Na rotina do dia a dia muitas vezes somos surpreendidos com a ausência de sensibilidade. De repente nos tornamos frios, indiferentes, excessivamente práticos e quase autômatos nas tarefas diárias.
A rotina nos envolve de tal maneira que os sentimentos ficam anestesiados, quase adormecidos. Cada um na sua realidade, cada um na sua atividade, cada um na sua lei. Muitas vezes não admitimos que estamos errados, não percebemos as alterações e simplesmente estabelecemos critérios pessoais, nos quais colocamos nossos conceitos e preconceitos preponderando sobre as razões e sensibilidades alheias.
Muitas vezes nos fechamos para o que não nos motiva, fechamos a mente, a vida. Não admitimos nada que nos faça fugir da rotina, da mesmice, da situação pré-definida, da situação segura aos nossos olhos. Daí não nos permitimos viver. Fechamos as portas para a nossa sensibilidade, endurecemos a mente e o coração para tudo o que exprima liberdade, alegria, descontração, arte.
Suprimimos em nosso ser a vontade de expressar sentimentos, de cantar com emoção de trazer a arte como forma de expressão.
Não feche a porta da sensibilidade, não deixe de demonstrar os sentimentos, ria como uma criança, sem medidas, sem censuras, sem embaraços, seja livre na plenitude de seu ser. A liberdade é o bem mais precioso, e, só é sentida quando a sensibilidade está aflorada.
Sejamos sensíveis para com a natureza e suas manifestações, a alegria de estar em contato com as mais belas comunicações, que nos fazem chorar de emoção, quando ouvimos uma canção ou uma suave melodia.
Sejamos autênticos, sejamos sinceros, sejamos puros em todos os sentidos, pois desta forma crescerá em nós a certeza de edificarmos uma realidade feliz.
Descortinemos em nossas rotinas diárias as novas possibilidades de sermos felizes.
Passar a escrever esse texto no plural não é por acaso. O plural é proposital, pois dificilmente se é feliz sozinho. Deixe a sensibilidade fluir para compartilhar com aqueles que o cercam, para que possam interagir com você. O contato com as pessoas edifica o sentimento e nos realiza individualmente. Aguce, portanto, a sensibilidade.
A rotina nos envolve de tal maneira que os sentimentos ficam anestesiados, quase adormecidos. Cada um na sua realidade, cada um na sua atividade, cada um na sua lei. Muitas vezes não admitimos que estamos errados, não percebemos as alterações e simplesmente estabelecemos critérios pessoais, nos quais colocamos nossos conceitos e preconceitos preponderando sobre as razões e sensibilidades alheias.
Muitas vezes nos fechamos para o que não nos motiva, fechamos a mente, a vida. Não admitimos nada que nos faça fugir da rotina, da mesmice, da situação pré-definida, da situação segura aos nossos olhos. Daí não nos permitimos viver. Fechamos as portas para a nossa sensibilidade, endurecemos a mente e o coração para tudo o que exprima liberdade, alegria, descontração, arte.
Suprimimos em nosso ser a vontade de expressar sentimentos, de cantar com emoção de trazer a arte como forma de expressão.
Não feche a porta da sensibilidade, não deixe de demonstrar os sentimentos, ria como uma criança, sem medidas, sem censuras, sem embaraços, seja livre na plenitude de seu ser. A liberdade é o bem mais precioso, e, só é sentida quando a sensibilidade está aflorada.
Sejamos sensíveis para com a natureza e suas manifestações, a alegria de estar em contato com as mais belas comunicações, que nos fazem chorar de emoção, quando ouvimos uma canção ou uma suave melodia.
Sejamos autênticos, sejamos sinceros, sejamos puros em todos os sentidos, pois desta forma crescerá em nós a certeza de edificarmos uma realidade feliz.
Descortinemos em nossas rotinas diárias as novas possibilidades de sermos felizes.
Passar a escrever esse texto no plural não é por acaso. O plural é proposital, pois dificilmente se é feliz sozinho. Deixe a sensibilidade fluir para compartilhar com aqueles que o cercam, para que possam interagir com você. O contato com as pessoas edifica o sentimento e nos realiza individualmente. Aguce, portanto, a sensibilidade.
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